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O futuro da Hanjin à deriva

CitrusBR - 04/10/2016 - Gigante sul-coreana de transporte marítmo decreta falência e milhares de contêineres de clientes ficam perdidos em alto mar

Exportar qualquer tipo de produto envolve uma série de riscos e precauções, especialmente na 
hora de escolher a empresa parceria que fará o transporte, seja via marítima, terrestre ou 
aérea.  Mas nem todo planejamento pode evitar que uma carga fique retida no porto ou impedida 
de desembarcar, como aconteceu com 540 mil contêineres transportados pela empresa chinesa de 
transporte marítimo, Hanjin Shipping e que estão atualmente, em navios, em alto mar, desde que 
a companhia anunciou sua falência.

A notícia pegou clientes de surpresa e deixou um clima de incertezas no ar, já que a transportadora 
sul-coreana tem dívidas estimadas em US$ 5,5 bilhões de dólares e perdeu o apoio de credores 
bancários, por conta do não pagamento de seus débitos. Diante do alto risco de não receberem os 
pagamentos atrasados, muitos portos e armadores (que fazem a operação de navios), passaram a recusar as embarcações da Hanjin, enquanto outros decidiram reter as cargas, como garantia de pagamento. "É 
um grande desastre para as companhias de transporte marítimo e para as proprietárias das mercadorias 
que estão nos contêineres", disse à BBC Greg Knowler, analista marítimo e comercial da empresa IHS 
Markit, com sede em Hong Kong.

O resultado disso é que vários navios e milhões de dólares em produtos sequer chegaram aos seus 
destinos, ficando retidos ou em alto mar, até que a situação seja resolvida entre a empresa e seus 
credores. Grande parte da mercadoria à deriva tinha como destino os Estados Unidos e iria abastecer 
o comércio com uma gama variada de produtos, especialmente com a chegada da temporada de festas de final de ano. Alguns especialistas especulam, no entanto, que a situação pode demorar semanas ou até 
meses para ser resolvida.

Com o pedido de falência aceito pela administração judicial de Seul, a empresa, que é a sétima maior 
operadora mundial do setor, com participação de 2,9% do mercado, tem até 25 de novembro para apresentar um plano de sobrevivência que evite a sua liquidação. Mas, caso o pior aconteça, especula-se que as gigantes Maersk e a sul-coreana HMM (Hyundai Merchant Marine) estariam interessadas nos ativos da companhia.