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Café em cápsula terá selo ABIC

Alimento & Bebidas - 14/06/2016 - Instituto Totum vai gerenciar a certificação

O crescimento do mercado de café em cápsulas no País levou a Associação Brasileira da Indústria 
do Café (ABIC), por meio do Programa de Qualidade do Café (PQC), a lançar uma certificação que 
garante a qualidade do produto. Coube ao Instituto Totum o gerenciamento do selo ABIC para café 
em cápsula que deve começar a ser estampado nas embalagens dos produtos em breve.

A busca pelo selo é voluntária, explica o diretor do Instituto Totum, Fernando G. Lopes. “A expectativa 
é de que o selo tenha adesão na fase inicial de duas a três empresas e que ao longo do tempo outras 
indústrias usem esse diferencial da ABIC para conseguir o reconhecimento da marca no mercado”, diz Lopes.

Como a bebida em cápsulas tem características diferentes da do café em grão torrado e moído, foi preciso 
desenvolver uma nova metodologia de avaliação para monodoses. Esse trabalho foi realizado pelo Grupo de Avaliação do Café (GAC), do Sindicafé – São Paulo, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) e o Laboratório Carvalhaes.

O objetivo da certificação para café em cápsulas é oferecer à indústria uma avaliação global do seu produto, avaliando as características da crema (cor, brilho, persistência, consistência), os atributos da bebida, como amargor, adstringência, corpo e sabor, e a intensidade valorada da bebida, que é o grau de persistência do aftertaste (retrogosto), medida em uma escala de 1 a 10. Assim, cafés que beiram os 10 pontos são marcantes, têm gosto mais pronunciado. Já cafés com intensidades mais baixas, são mais suaves, equilibrados, explica Fernando Lopes, do Totum.

“Com essa prestação de serviços que começa a ser feita, a partir de abril, em parceria com o Sindicafé – São Paulo, pretendemos orientar os industriais no desenvolvimento das melhores cápsulas”, diz Ricardo de Sousa Silveira, presidente da ABIC.

O Selo ABIC será concedido às indústrias que demonstrarem que produzem café em cápsula com a qualidade mínima exigida, que o café em cápsula mantém o padrão ao longo do tempo e que o processo produtivo tem condições de manter a qualidade de forma consistente.

O segmento de monodoses, sobretudo o de cápsulas, é novo no Brasil. Começou a se desenvolver há dez anos, com a abertura em 2006 da primeira butique da Nespresso no País, em São Paulo. Depois, surgiram Dolce Gusto, o sistema Três, da 3Corações e chegaram as cápsulas e máquinas da italiana Illy, entre outras. Mas o mercado só mostrou mesmo seu potencial a partir de 2015, quando empresas que encapsulam café passaram a atender a demanda principalmente de pequenas e médias empresas, que têm neste nicho um grande potencial de negócio. Se em 2014 existiam pouco mais de 8 torrefadoras trabalhando com cápsulas, hoje já são mais de 90.

Em 2015, o mercado de café em cápsulas cresceu 50%, com uma base pequena de indústrias participantes. Para 2019, de acordo com pesquisa da Euromonitor feita para a ABIC, estima-se crescimento de 21%, com uma base bem maior e robusta. Em valor, é um segmento que saltará de R$ 1 bilhão, em 2015, para R$ 2,9 bilhões, em 2019.

Entretanto, para essas estimativas se concretizarem, as torrefações precisam saber trabalhar adequadamente com esse novo produto. E essa é uma das principais atuações da ABIC junto aos seus associados.