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10/10/2016
Arnaldo Jardim se reúne com o setor citrícola

SAA - 10/10/2016 - A reunião estabeleceu ações que deverão ser efetivadas em um trabalho integrado entre os órgãos da Secretaria de Agricultura, comissões técnicas, Câmara Setorial, agrônomos e produtores.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, se reuniu, em Campinas, com representantes do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), ambos órgãos da Secretaria, com o objetivo de discutir as propostas para o cumprimento da Instrução Normativa (IN) n.º 37, que determina novos critérios e procedimentos para o estabelecimento e a manutenção do status fitossanitário relativo ao cancro cítrico, doença que ataca todas as variedades e espécies de citros. Publicada há um mês pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a IN n.º 37 tem o prazo de seis meses para ser implementada.
 
A reunião estabeleceu ações que deverão ser efetivadas em um trabalho integrado entre os órgãos da Secretaria de Agricultura (CDA, Cati e Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), comissões técnicas, Câmara Setorial, agrônomos e produtores. Entre as atividades, planejou-se um seminário internacional e uma série de capacitações.
 
“A normativa federal foi uma grande conquista e atendeu à demanda da Secretaria e de todo o setor, no sentido de aprimorar a legislação para aumentar a agilidade e a segurança fitossanitária, colaborando, inclusive, com a comercialização dos produtos citrícolas. No entanto, outras ações devem complementar a norma. Uma delas é o estabelecimento de uma legislação estadual, a qual já está sendo trabalhada pela Câmara Setorial da Secretaria, além de atuações informativas e educativas”, avaliou Arnaldo Jardim. “Faz cinco anos que o setor batalhava por mudanças. Graças ao secretário Arnaldo, ao ministro do Mapa, Blairo Maggi, e ao empenho de todo o setor, estamos caminhando para as mudanças tão aguardadas”, disse o secretário-executivo das Câmaras Setoriais da Secretaria, Alberto Amorim.
 
Para o presidente do Fundecitrus, Lourival Carmo Monaco, o momento é de incentivar o citricultor a não abandonar sua produção por conta dos problemas, mas cuidar dela com as ferramentas e possibilidades atuais. “Precisamos nos adaptar à nova realidade do setor citrícola. A grande mudança que precisa se concretizar é a de comportamento dos produtores, ou seja, a capacidade que devem ter para conviver com a doença e outros problemas. Não deixem de cuidar, aprendam as novas formas de controlar: essa é a mensagem”, disse o gerente-geral do Fundecitrus, Antonio Juliano Ayres.
 
“Pedimos apoio da Secretaria de Agricultura no sentido de fazer chegar aos agricultores as informações, tecnologias e pesquisas que necessitam acessar. Não podemos esperar, pois as chuvas estão chegando, a doença se expandindo e precisamos de um plano estratégico para minimizar os efeitos negativos”, complementou Monaco.
 
Ações planejadas

A proposta discutida durante o encontro foi a realização de ações em prol da cadeia produtiva. A primeira atividade de mobilização dos atores envolvidos no setor será a realização de um seminário internacional, com a participação de técnicos agrícolas, citricultores, representantes das indústrias e do governo.
 
“A ideia é apresentarmos e esclarecermos as normativas federal e estadual, conhecer as ações exitosas no combate ao cancro realizadas em outros países como - Argentina, Paraguai e Uruguai - e trocar experiências para que possamos enfrentar juntos e com eficiência as doenças que atacam a citricultura paulista”, explicou Arnaldo Jardim. O seminário está previsto para ser realizado em novembro deste ano, época estratégica, que coincide com o início do próximo ano agrícola, com o final da safra (outubro), que é o período também de aumento de infecção pelo cancro.
 
A Instrução Normativa estabelece quatro sistemas: área com praga ausente, área livre da praga, área sob erradicação ou suspensão e área sob sistema de mitigação de risco, que é o segmento no qual se enquadra.