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29/08/2016
Xandô deve crescer 30% neste ano

Valor Econômico On line - 29/08/2016 - Segundo a empresa, o crescimento deve se dar por conta da recuperação das vendas e lançamentos de novos produtos.

Depois de um 2015 em que foi necessário "trabalhar dobrado para vender o mesmo volume", o Laticínios Xandô espera uma alta de 30% em seu faturamento, que deve alcançar R$ 100 milhões este ano, segundo Carlos Eduardo Pasetti, CEO da companhia.

A empresa vende leite tipo A pasteurizado e também suco de laranja com a marca Xandô, produzido principalmente com frutas cultivadas em sete fazendas que pertencem à holding Grupasso em cidades do interior paulista.

Segundo Pasetti, o aumento na receita este ano deve vir graças à recuperação das vendas e ao lançamento de novos produtos, como o leite A pasteurizado sem lactose e a nova embalagem de creme de leite fresco tipo A. A empresa também tem conseguido repasses aos preços de, em média, 10%, sobre 2015.

"Em 2015, trabalhamos dobrado para vender o mesmo volume. Buscamos mais pontos de vendas para compensar a queda de tíquete médio de varejo", afirma o CEO do Xandô. Hoje, os produtos da empresa estão em seis mil lojas em 200 cidades paulistas. Neste ano, segundo ele, o laticínio está "colhendo os louros da expansão de pontos de venda". Além disso, diz, "as pessoas voltaram a consumir um pouco mais".

O Xandô sempre teve presença forte no mercado da capital paulista e em Campinas. Além de crescer nesses dois mercados, nos últimos anos, a companhia passou a apostar na venda em regiões como São José do Rio Preto e São Carlos, no interior paulista.

Os desafios logísticos dessa expansão não são pequenos, já que o leite tem de chegar às gôndolas do varejo num período de apenas nove horas após a ordenha na Fazenda Colorado, afirma Pasetti.

Mercado de nicho, o segmento de leite tipo A movimenta hoje, segundo ele, cerca de 60 milhões de litros de leite por ano no Estado de São Paulo. Com o leite A sem lactose, pode-se dizer que o Xandô investe no "nicho do nicho". Conforme o CEO, o volume sem lactose deve representar 3% do total de leite produzido pelo laticínio. O produto deve ser 20% a 30% mais caro que o leite A convencional.