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Canal Rural - As maiores áreas produtoras de São Paulo e Minas Gerais não estão sujeitas a impactos de geadas

Ao contrário do efeito negativo sobre as culturas da cana-de-açúcar e do milho safrinha, as geadas ocorridas desde o domingo, dia 12, em regiões produtoras de citrus não prejudicaram as lavouras e as baixas temperaturas podem até ajudar no florescimento das plantas no futuro.

 

Segundo o fisiologista e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Eduardo Augusto Girardi, as maiores áreas produtoras de citrus localizadas em São Paulo e em Minas Gerais não estão sujeitas aos impactos de geadas, ao contrário de regiões na Flórida, nos Estados Unidos, também polo de produção de laranja.

 

"Historicamente há poucos problemas e as áreas onde ocorrem geadas fortes não são áreas de citros. Em São Paulo, por exemplo, nunca houve impacto e não acreditamos que será este ano", disse. "O único problema é se uma planta for nova e for cultivada em áreas de baixada em regiões mais propícias às geadas, como na de Avaré (SP). Mas até agora não tivemos relatos de perdas", emendou.

 

Segundo o pesquisador, o frio abaixo de 12°C retarda o metabolismo das plantas e ajuda as laranjeiras a enfrentarem o inverno sem florescimento, que deve ocorrer apenas a partir de agosto e setembro. Nesse período as chuvas são mais constantes e proporcionam o melhor desenvolvimento desde as flores até o estágio de frutos nas laranjeiras.

 

"O frio neste ano possivelmente vai permitir um repouso para plantas e vai favorecer a florada na primavera, o que é positivo", afirmou. "O frio e a seca ajudam ainda a deixar as laranjas a ficarem